Resgate Social bate recorde de acolhimento na Casa de Passagem para o mês de outubro

O Resgate Social, departamento da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social, realizou em outubro deste ano o maior número de acolhimentos da história do departamento para o mês. Foram 341 pessoas recebidas, entre reincidentes e acolhidos pela primeira vez. No ano passado, neste mesmo mês, foram 305 acolhimentos. Estes dados foram divulgados nesta quinta-feira (09), através do balanço de atendimentos realizados em outubro.

Desses 341 acolhimentos, 105 pessoas receberam passagem rodoviária para os municípios onde receberão acolhimento familiar ou de terceiros. Outros 20 saíram das ruas por conta de internação em Centros de Tratamento para Dependência Química ou inserção no mercado de trabalho. O maior motivo para vinda destas pessoas para Balneário Camboriú é a busca por oportunidade de emprego (43%), seguido de “trecheiros”, que transitam de cidade em cidade sem rumo definido (31%) e por fim, aqueles que já vivem nas ruas do município há mais de um ano (17%).

“Mesmo com o aumento de pessoas vindo para a nossa cidade, grande maioria sem possuir nenhum suporte para as suas necessidades além do setor público, o número de moradores de rua é atualmente, menor que o de 2016. Quanto ao número de pessoas em situação de rua, que vem tentar a sorte ou buscam até mesmo auxílio social, houve um acréscimo. Porém, toda a equipe tem trabalhado 24h, durante todos os dias da semana, para atender estas pessoas e assim reduzir a estatística”, comentou o diretor do Resgate Social, Eder Clemente.

O Resgate Social, além de prestar auxílio e assistência, busca dar novas oportunidades aos cidadãos que, independente do motivo, acabaram indo para as ruas. Atualmente, a estimativa é de que 149 pessoas vivam nas ruas de Balneário Camboriú, sendo 28 moradores e 121 apenas em situação de rua. Os moradores de rua são aqueles que vivem nas ruas há mais de um ano por escolha própria e que perderam todo o vínculo familiar. As pessoas em situação de rua são aquelas que ficaram sem residência em razão de desemprego, corte de vínculo familiar, e/ou dependência química, estando há menos de um ano nas ruas, e também aquelas que viajam de cidade em cidade, sem rumo definido, que ficam no município por poucos dias.

Os moradores também podem solicitar abrigo na Casa de Passagem, indo até o local localizado na Rua Edgar Linhares nº 570 – Bairro Nova Esperança, ou na Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social. Para entrar em contato com o plantão do Resgate Social o número é o (47) 9 8839 - 7075 ou pela Central do Resgate Social no 156.